08/10/2008 11:42

De mudança

Senhoras e senhores, a partir de agora o Magaiver funciona num sistema novo. Se você está lendo essa mensagem é porque o endereço ainda não foi redirecionado. Então, e veja o que mudou. Ou e nem esquente a cabeça com mudanças de endereços.

enviada por eduf



07/10/2008 20:30

Rumores: novos laptops Apple e Magaiver 2.0

steve jobs
Steve Jobs, que NÃO teve um ataque cardíaco.

Semana que vem Steve Jobs deve mexer as cadeiras da indústria de notebooks. Entre os rumores dos próximos lançamentos, está um novo MacBook Pro, com trackpad mais avançado, incorporando recursos do iPhone. Talvez seja o fim da linha MacBook, que poderá ser resumida nos modelos Pro (com várias versões e resoluções de tela) e Air.

Mas parece que a grande novidade será o , que poucos sites especializados conseguem definir exatamente o que seria. De atualização do Mac Mini a uma espécie de Apple TV mais esperta, as especulações são um tanto desencontradas. O melhor é esperar a semana que vem e conferir os lançamentos oficiais. Isso se a economia dos EUA não quebrar de vez até lá.

Enfim, tudo isso para desviar sua atenção. O que eu ia anunciar são os rumores da estréia de um novo Magaiver. . Tudo leva a crer que desta vez teremos os tão esperados feeds completos. Mais novidades? Em algum momento desta semana.

enviada por eduf



06/10/2008 15:57

Evernote: tome notas de um jeito inteligente

evernote
Com o Evernote, você pode guardar até imagens feitas na webcam.

Memória não é exatamente algo confiável. Mesmo que fosse, o simples fato de tirar uma idéia da cabeça e anotá-la já ajuda a gastar menos tempo resolvendo problemas cotidianos. Uma vez implementado, esse hábito nos torna mais práticos e objetivos. E também alivia aquela terrível sensação de que algo importante pode ser esquecido a qualquer momento.

O problema é que, para desenvolver o costume de tomar notas é preciso certa disciplina. É muito fácil voltar atrás e atulhar a mente de coisas e compromissos. Assim, você precisa de ferramentas funcionais e ao mesmo tempo divertidas para desenvolver o prazer de anotar. Com o tempo, você aprende a injetar criatividade no processo. Como no exemplo abaixo, encontrado numa palestra do empresário Jason Fried.

sketchbook jason fried

Perceba que anotar pode se tornar uma arte e ser combinada com técnicas mais avançadas, como os . Em especial se você usar algum suporte que lhe dê prazer, como boas canetas e blocos de nota como os famosos - que no Brasil .

Tudo isso você já sabe, certo?

Mas talvez não conheça o . Trata-se de um aplicativo gratuito que funciona como uma central de armazenagem e organização de informações. Tem versões para três tipos de plataformas: celular (iPhone ou smartphones com Windows Mobile), web e desktop. Obviamente, todos sincronizáveis.

Alguns dos recursos mais interessantes do Evernote:

1. Integração com webcam. Você pode armazenar informações contidas em imagens. É só colocá-las em frente da sua câmera e clicar.

2. Indexação de texto dentro de imagens. O programa entende sua letra ou qualquer texto que estiver escrito na imagem. No screenshot no começo do texto, ele entendeu não só a frase, como o nome do autor, Walter Bishop.

3. Busca avançada, para imagens, tags e textos.

4. Mapas. Com integração com o Google Maps, para você guardar a localização do seu restaurante favorito etc.

5. Bookmarklet, teclas de atalho e menus para a barra de navegação do sistema operacional. Assim, você pode inserir notas assim como copiaria coisas para o clipboard.

Enfim, só vendo para entender. Clique no play e diga o que achou.



enviada por eduf



02/10/2008 17:15

Os programadores e seus jargões engraçados

cowboy
Programação Cowboy? Magia Negra? Os melhores termos criados pelos desenvolvedores.

Programadores são divertidos. E inventam termos ótimos, que podem ser usados perfeitamente em outras áreas de gerenciamento de pessoas e tarefas. A seguir, conheça alguns dos melhores, sugeridos por . Não aguentei e criei os meus também, em negrito.

- São técnicas de programação que funcionam, mas, aparentemente, não possuem explicações lógicas. Na Wikipedia, é dito que ela é diferente da Magia Profunda - cujas técnicas são deliberadamente mantidas em segredo - e da Feitiçaria Pesada, que usaria termos difíceis de entender, acessíveis a apenas poucos iniciados.

- Quando o desenvolvedor tem total controle da agenda do projeto, das ferramentas e dos estilos de programar.

Edição cuspe para cima - A arte da resistência fútil. Explico. Numa das empresas em que trabalhei, jornalistas e designers faziam reuniões de pauta escondidos do dono da empresa. Literalmente. Quando ele ou o seu representante apareciam na sala, todos mudavam de assunto. E a equipe sentia-se livre. Durante 10 dias. No final do processo de criar a edição do mês, o chefe cowboy surgia na redação e mandava refazer tudo. E nem argumentava muito. Apenas apontava o dedo e dizia: "isso não vai funcionar, derrube aquilo". Obviamente, as pessoas precisavam trabalhar durante as madrugadas para dar conta das alterações à tempo.

- Quando acontece um problema, o programador cria o ritual de inserir código inútil no projeto. Isso porque não entendeu o que estava errado e nem sabe como consertar.

Programação Fuvest - O desenvolvedor sabe tudo sobre o assunto. Preparou-se perfeitamente. Mas ou está nervoso demais para raciocinar ou sua autoconfiança não é das melhores. Termina chutando as soluções.

Desenvolvimento Silvio Santos - Estilo de programar em grupo. Exemplo: aparece um bug e a equipe não sabe o motivo. As pessoas começam a levantar hipóteses. Num certo ponto, os integrantes nem se entendem mais. Aí chamam "algum universitário" que estiver passando pela sala. Como a pessoa não está bem informada sobre a situação, tende a emitir opiniões vagas e, geralmente, inúteis. E alguém pergunta: "você está certo disso?" A resposta - obviamente mentirosa - é sim. O grupo testa a idéia e tudo dá errado. Quem ganha é a carta. Mas ninguém quer admitir que está perdido.

E por aí vai. Eu poderia ficar o dia todo criando termos assim. Mas é por isso que temos a seção "De olho no jargão", não é?





enviada por eduf



01/10/2008 13:42

[Vídeo Review] Um novo jeito de compartilhar links



Cansado do Delicious (ex-Del.icio.us)? Quer compartilhar links na web de um jeito mais direto e preciso? O leva a troca de bookmarks a um nível mais específico e economiza tempo que perderíamos lendo coisas inúteis. Você pode escolher o trecho mais relevante do texto ou site que quer compartilhar, criar um destaque e envia-lo aos seus contatos, adicionando notas explicativas sobre porque, afinal, você mandou aquilo. Mais: ainda pode acompanhar estatísticas de como suas sujestões foram recebidas. Quer saber mais? Assista ao novo Vídeo Review acima.






enviada por eduf



30/09/2008 17:27

[Geek] Richard Stallman critica softwares on-line

Richard Stallman
Foto do site www.stallman.org

Quantos documentos e dados importantes você armazena em serviços como Yahoo, Hotmail, Gmail, Zoho, entre outros? Você confia 100% nessas empresas? Richard Stallman afirma que não. O guru máximo do movimento do software livre deu uma desancando a chamada computação em nuvem:

"É estupidez. É pior que estupidez: é uma campanha de marketing deslumbrado. Alguém está dizendo que (a computação em nuvem) é inevitável - e toda vez que você ouve alguém dizendo isso, é muito provável que haja uma estratégia de negócios em processo para tornar a ideia verdadeira".



E completa:

Uma razão para evitar aplicações web é que você perde controle. É tão ruim quanto usar um programa proprietário. Trabalhe no seu próprio computador, com sua própria cópia de um software que respeite a liberdade. Se você usa um programa proprietário num servidor de outra pessoa, você está indefeso. Está nas mãos de quem quer que tenha desenvolvido o software.



O site , sugerindo que já há um movimento para levar o software livre para a área da computação em nuvem. Por exemplo, em vez de usar o Twitter, você pode optar pelo Identi.ca. Entre tantos outros serviços que já indicamos ao longo de um ano de Magaiver. Sem falar que a maior parte dos aplicativos on-line deixa seus códigos disponíveis para serem usados e alterados pelos usuários (as famosas APIs).

Tendo a concordar tanto com Stallman quanto com o Ars Tecnica. Mas é bom lembrar que, mesmo que usemos software livre, poucos de nós temos a capacidade de criar um serviço de hospedagem próprio.

Ou seja: nossos dados ainda estariam nos servidores da Locaweb, do Media Temple, ou qualquer uma dessas "hospedagens proprietárias". Pior: boa parte dos principais usuários do Gmail, por exemplo, nem sequer sabe do que estamos falando aqui.

Portanto, acho que a luta de Stallman precisa estar não só no nível da criação de aplicativos livres. Para os não-geeks, ainda precisamos de gente traduzindo, explicando e ensinando como usar coisas muito básicas, como as leis e os direitos do consumidor.
enviada por eduf



29/09/2008 16:56

De olho no jargão: Momento Acme



Momento Acme. Quando você planeja todos os passos de uma ação ou evento, gasta dinheiro e energia deixando tudo supostamente perfeito. Na hora de colocar a coisa toda em prática, ela se volta contra você. O nome refere-se à empresa que fornecia a maior parte dos equipamentos utilizados pelo Coiote, do tradicional desenho Papa Léguas.

Momentos Acme são bons para nos alertar para os riscos:
1. Do excesso de competitividade.
2. Dos usos incorretos e preguiçosos de produtos tecnológicos.
3. Da crença cega em métodos e esquemas.
4. Da falta de flexibilidade.
5. Do sadismo dos roteiristas de desenhos animados. :)


enviada por eduf



29/09/2008 15:08

Google lança linha do tempo com seus 10 anos de história

google em 1998

Que o Google fez 10 anos de vida todo mundo já sabe. Mas, afinal, você tem noção do que a empresa realizou nesse tempo? Coisas demais? Só no último mês lançou um e um . E isso é o que sabemos publicamente. Imagine o que deve acontecer nos bastidores. Mas, enfim, agora você pode conferir toda a história do Big G numa e direta, com direito a fotos, acontecimentos caricaturais, os diferentes logotipos etc. Por exemplo, a imagem acima é da página inicial do site em 1998, quando era hospedado nos servidores da Universidade de Stanford.




enviada por eduf



29/09/2008 10:53

Como podem ser os mecanismos de busca do futuro?



Dias atrás, uma colega de trabalho me perguntou como organizar tabelas alfabeticamente no Excel. Trata-se de uma norte-americana, 30 e poucos anos, inteligente, nada preguiçosa e não exatamente leiga em informática. Como, de modo geral, não tenho o hábito de usar produtos da Microsoft, fui ao São Google e fiz a mesmíssima pergunta. Obviamente, obtive a resposta exata, ensinando passo-a-passo o que eu precisava fazer. Li o tutorial em voz alta para a colega. E, quando o procedimento funcionou, a pessoa quase teve um orgasmo de satisfação.

Comecei a me questionar: por que, afinal, ela mesma não fez a busca? Veja: eu não estava irritado porque me pediram uma informação que poderia ser encontrada facilmente on-line. Como designer de interfaces, eu apenas queria entender que lógica leva alguém a consultar primeiro um ser humano em vez de um sistema simples, completamente otimizado para responder esse tipo de perguntas. E hoje, nem sequer podemos dizer que é difícil fazer buscas. Se você tem algo como o Google Desktop instalado, nem mesmo precisa abrir o navegador.

É claro que isso não tem uma resposta simples. Mas vamos pensar em algumas hipóteses:

1. Muitos usuários ainda não sabem fazer buscas corretamente. Apenas digitam termos no local indicado na tela e recebem uma massa genérica de informação. Depois precisam gastar tempo e atenção na triagem do material.

Para melhorar a situação, encontrei o vídeo no começo do texto, que explica um pouco como melhorar sua relação com ferramentas de busca.



2. Quando alguém lhe pede uma informação, não quer exatamente uma resposta. Quer interação social. Por exemplo, muitos precisam, de alguma forma, conversar sobre sua suposta inabilidade de lidar com informática. Querem algum calor humano, não só eficiência, simplicidade e objetividade. Você é o ombro geek disponível.

3. Também precisamos confiar em referências. E você é uma.

Mas o Google também, certo? Em tese, ele é muito mais "informado" do que qualquer um de nós. Mas poucos entendem que referência significa muito mais do que algorítimos, page rank, confiabilidade ou tradição no mercado. É algo bem mais complexo: queremos rostos, nomes, personalidades e histórias de vida.

Ainda que as chamadas ferramentas de "busca social", como o Mahalo, não tenham se tornado populares, no cotidiano as pessoas ainda procuram triagens e reputações pessoais para traduzir informações técnicas ou corporativas.

Imagino que, no futuro, um bom mecanismo de buscas seja socialmente personalizado. Ou seja: capaz de ler meus feeds, posts em blogs, Twitter, MSN etc. e entender quem eu admiro, confio e respeito.



Pense no antigo , no ou no Stumble Upon. Os algorítimos vão traçando uma espécie de perfil dos meus gostos pessoais e sociais. Não é preciso gastar tempo se adaptando à linguagem das máquinas. Você só diz "sim", "não", "gostei", "não gostei" - o que, do ponto de vista de uma mente comum, é uma interação extremamente divertida.

Assim, não é um absurdo pensar que, em breve, todos teremos algo como nossas próprias ferramentas de busca. E interagindo com os celulares.

4. Texto é uma forma muito lenta de comunicação. Ainda que, mesmo ao consultar humanos, precisemos adaptar a linguagem, falar do jeito que o outro entenda, aparentemente, pessoas são mais rápidas e flexíveis do que programas.

Isso porque são capazes de entender gestos, sinais corporais, não só texto. As buscas do futuro talvez saibam interpretar o movimento dos olhos ou gestos de mouse.

5. Gente é mais eficiente na arte da triagem. Continuando no exemplo acima, minha colega só entendeu as instruções que li em voz alta assim que eu guiei diretamente sua atenção por meio dos menus do Excel. Quer dizer, eu "desmenuzei" os menus. O que fiz foi simplesmente ajudá-la a ignorar informações paralelas e focar-se onde precisava.

Concentração traz um enorme prazer. Em especial quando você enfrenta um problema irritante. Mas, hoje em dia, o texto tem perdido sua capacidade de prender atenção. Por mais que se use bullets, ícones e concisão, massas de letras, em especial quando exibidas em telas, são fatores repugnantes.

Aliás, se você chegou linearmente até o final desse texto, hoje pode ser considerado uma exceção. A maioria deve ter vindo diretamente aqui por causa do ícone e da diferença visual no estilo.



De qualquer forma, estamos sempre fazendo buscas. Dentro e fora do computador. Há tanta informação disponível, que a seleção da melhor fonte ainda depende de coisas muito prosaicas e antigas como a sensação de que há alguém do outro lado ouvindo e se preocupando com o que você deseja.

enviada por eduf



28/09/2008 14:37

Joel on Software agora em português



"Vamos falar de uma interface social de sucesso. Muitos humanos são menos inibidos digitando do que falando cara-a-cara. Adolescentes são menos tímidos. Usando mensagens de texto de celular, são mais propensos a convidarem outros para encontros. Esse tipo de software está melhorando radicalmente a vida amorosa de milhões de pessoas (ou pelo menos seus calendários sociais). Mesmo que mensagens de texto tenham uma interface horrível, ela se tornou extremamente popular entre as crianças. O lado irônico é que há uma interface para comunicação entre humanos muito melhor no próprio aparelho: essa coisa inteligente chamada 'telefonema'. Você disca um número e tudo que diz pode ser ouvido por outra pessoa, e vice-versa. É assim simples. Mas você detona seus dedos digitando apenas para dizer 'droga, você é gostosa', porque aquela string arranja um encontro para você, e nunca teria coragem para dizer 'droga, você é gostosa' usando sua laringe".

Joel Spolsky, (foto acima) tentando explicar porque não podemos ser simplistas quando pensamos em experiência de usuário ou em coisas como facilidade ou dificuldade para usar equipamentos eletrônicos.



Não sabia dessa. Existe uma com alguns dos textos clássicos de Joel Spolsky, do , um dos blogs mais interessantes e divertidos para quem gosta de ler sobre o que significa conviver diariamente com informação e tecnologia. As traduções não são exatamente boas, mas ajudam quem não lê inglês a ter acesso a textos clássicos como o citado acima, "". Agora, que tal traduzirem o ?

enviada por eduf






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